‘Já Deu, Né?’ Isaac Edington lançará livro com reflexões sobre o hábito de reclamar

‘Já Deu, Né?’ Isaac Edington lançará livro com reflexões sobre o hábito de reclamar

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Gabriel Moura

Elias Dantas / Alô Alô Bahia

Publicado em 03/02/2026 às 19:30 / Leia em 3 minutos

O gestor público, escritor e atual presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, prepara o lançamento de um novo livro. Intitulada “Já Deu, Né?”, a obra tem previsão de chegada ao público em março deste ano e propõe uma reflexão sobre o hábito de reclamar e seus impactos na vida pessoal, profissional e coletiva.

Em entrevista ao Alô Alô Bahia, Edington contou que a ideia de escrever um livro o acompanha há muitos anos e dialoga com um conceito simbólico de realização pessoal.

“Durante muitos anos eu pensei em escrever um livro. E, como muita gente, fui impactado por aquela ideia simbólica sobre realização pessoal: de que, para se sentir completo, todo ser humano deveria cumprir três missões: ter filhos, plantar árvores e escrever um livro”, afirmou.

Segundo o autor, o ponto de partida da obra é uma provocação direta. “O livro nasce de uma provocação simples, mas um pouco incômoda: reclamar virou um hábito normal, quase automático, só que extremamente improdutivo”, disse.

Para Edington, quando a reclamação se torna um padrão, ela compromete decisões e desloca responsabilidades. “Quando a reclamação vira padrão, ela rouba energia, trava decisões e joga a responsabilidade sempre para fora. Isso acontece na vida pessoal, na carreira, nos relacionamentos e até na forma como a gente se relaciona com a cidade e com o coletivo.”

O autor destaca que o livro não segue o formato tradicional de autoajuda. “A proposta não é motivação fácil nem receita de autoajuda”, explicou. A obra reúne referências de neurociência, comportamento e filosofia prática, além de observações do cotidiano, com uma linguagem direta e aplicável. “A ideia é ajudar as pessoas a perceberem o ciclo invisível da reclamação, aquele loop mental que vicia, e mostrar caminhos simples para trocar a queixa por construção, consciência e, sobretudo, partir para a ação.”

Edington afirma ainda que o lançamento do livro marca o início de algo mais amplo. “Com este livro, vou iniciar, na verdade, mais do que uma reflexão, começo um movimento. Um movimento para mudar a forma como pensamos, conversamos, decidimos e agimos”, disse.

A intenção, segundo ele, é ampliar o alcance dessa proposta. “Viralizar esse movimento para mais e mais pessoas.”

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