Esposa de Leandro Boneco sai em defesa do brother após fala de Edilson Capetinha: ‘Não podemos normalizar’

Esposa de Leandro Boneco sai em defesa do brother após fala de Edilson Capetinha: ‘Não podemos normalizar’

Redação Alô Alô Bahia

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Reprodução/TV Globo

Publicado em 03/02/2026 às 13:39 / Leia em 2 minutos

Donminique Azevedo, esposa de Leandro Boneco, do BBB 26, saiu em defesa do brother após ele ser chamado de “analfabeto” por Edilson Capetinha. Nesta terça-feira (3), a jornalista lamentou a declaração do ex-jogador e explicou que o marido sofre de dislexia.

Por meio de um vídeo compartilhado no Instagram, Donminique criticou o uso do termo de forma depreciativa e relembrou a trajetória de Leandro, destacando a batalha enfrentada por ele para concluir o ensino médio e ingressar na universidade, onde se formou no curso de Música da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

“Me chama muita atenção ver um conterrâneo nosso se referir a alguém como analfabeta de uma maneira tão depreciativa, de uma maneira que só reforça estereótipos. E aqui não é a minha intenção de reforçar nenhum discurso ótimo, pelo contrário. Eu acho que aqui é um convite para a gente refletir sobre falas que são problemáticas. Que precisam ser corrigidas e que fica aí o convite pra mudança”, disse.

“Quando eu conheci Leandro, Leandro não conseguia terminar o ensino médio porque, enfrentava os problemas de uma falta de alfabetização naquele momento da infância, de uma adolescência também atravessada por várias situações, várias vivências, inclusive de situação de rua. E quando eu conheço o Leandro, eu conheço o Leandro no contexto da educação”.

Donminique encerrou o pronunciamento reforçando a importância da reflexão diante do episódio envolvendo Edilson e Leandro no reality. “A gente não pode normalizar essas falas, nem todo mundo tem a mesma oportunidade. Eu fui professora durante dez anos na escola pública e o que mais eu vi no contexto da educação foram pessoas tendo de lidar com essas fragilidades mesmo dentro do contexto da educação, porque não conseguiram ter uma base, então a gente precisa refletir”, finalizou.

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