Léo Santana, Saulo e Márcio Victor agitam ensaio do Cortejo Afro no Pelourinho; veja como foi

Léo Santana, Saulo e Márcio Victor agitam ensaio do Cortejo Afro no Pelourinho; veja como foi

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Reprodução

Publicado em 03/02/2026 às 10:34 / Leia em 2 minutos

Um dos eventos mais aguardados e disputados do Verão na Bahia, o ensaio do Cortejo Afro voltou a movimentar o Pelourinho nesta segunda-feira (2). Desta vez, o evento contou com as participações ilustres de três importantes nomes da música baiana – Saulo Fernandes e Márcio Victor, parceiros de longa data do grupo, além de Léo Santana, que fez sua estreia no evento.

“Que honra máxima estar aqui nesse palco e fazer parte deste evento. Muito obrigado pelo convite. Espero que seja a primeira participação de muitas (…) Falar sobre o Cortejo Afro é também falar sobre a afirmação e valorização da cultura preta. Estou muito feliz de estar aqui”, declarou Léo, antes de agitar o público com hits como Posturado e Calmo, Desliza, Marquinha de Fitinha e mais.

Já o cantor Saulo levou toda a sua positividade e vibração através de canções como Raiz de Todo Bem, Não Precisa Mudar, entre outras. O último convidado a subir no palco foi Márcio Victor, que transformou a Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba em um verdadeiro Carnaval com sucessos como Firme e Forte, Alguém me Avisou, Baianidade Nagô e mais.

Reconhecido mundialmente por sua estética musical e visual singular, o Cortejo Afro apresenta um espetáculo marcado pela força, sofisticação e identidade de sua percussão. A sonoridade do grupo estabelece um diálogo potente entre tradição e contemporaneidade, transitando por ritmos de matriz africana, música eletrônica, MPB, pop e influências latinas, que são marca registrada de sua trajetória artística.

No repertório, estão canções autorais consagradas do grupo, como “Ageumbó”, “Meu Barco Vai” e “Eu Sou Preto”, além de releituras de clássicos da música brasileira, reinterpretados sob a estética afro-inovadora do Cortejo Afro. A combinação entre ritmos ancestrais, batidas eletrônicas e referências contemporâneas resulta em uma performance vibrante, que convida o público a cantar, dançar e celebrar.

 

 

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