Hospital baiano gerido pelo Einstein amplia uso da tecnologia com implementação de reabilitação à distância

Hospital baiano gerido pelo Einstein amplia uso da tecnologia com implementação de reabilitação à distância

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Divulgação

Publicado em 30/01/2026 às 08:56 / Leia em 2 minutos

O Hospital Ortopédico do Estado da Bahia, unidade 100% SUS administrada pelo Einstein Hospital Israelita, iniciou a implementação de um projeto de telerreabilitação. A iniciativa visa ampliar o acesso ao cuidado especializado, principalmente para pacientes que moram fora de Salvador, onde fica o hospital, e enfrentam dificuldades de deslocamento até a unidade.

A telerreabilitação é realizada por meio de consultas individuais por videoconferência, via computador ou celular, devidamente monitoradas e previamente agendadas com os terapeutas da equipe multiprofissional da instituição.

A inclusão dos pacientes no programa ocorre após triagem e avaliação prévias, que analisam critérios clínicos e técnicos. Participam apenas aqueles sem comorbidades ou doenças descompensadas, sem infecções ativas ou condições clínicas que possam comprometer o tratamento, com cognição preservada e que concordem formalmente com a participação.

“O objetivo do Einstein com a implantação do serviço no Ortopédico é ampliar o acesso ao cuidado, indo além das barreiras geográficas e garantindo mais comodidade e segurança aos pacientes, mantendo o padrão de qualidade e eficiência do atendimento”, afirma Roger Monteiro, diretor do HOEB.

Nesta fase inicial, o projeto oferece atendimentos de fisioterapia para pacientes adultos, com possibilidade de expansão para orientações em fisioterapia pediátrica e para pacientes que necessitam de cuidadores e não têm acesso ao serviço em seus municípios de origem. Também está prevista a inclusão de atendimentos psicológicos.

“É importante lembrar que o tratamento não se restringe à cirurgia. A reabilitação adequada é parte fundamental da jornada de cuidado e não realizá-la pode levar a complicações, atrasar a recuperação e comprometer o resultado do tratamento”, pontua Roger. “Viabilizar esse cuidado à distância garante, inclusive, que pacientes que tinham dificuldades de vir presencialmente à unidade possam seguir o tratamento em casa, garantindo sua recuperação funcional”, conclui.

 

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