A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou, nesta quinta-feira (15), a importância da Lavagem do Bonfim como símbolo que vai além da fé, reunindo dimensões religiosas, culturais e identitárias do Brasil. Na saída do cortejo, ela ressaltou o significado do evento para o país e sua relação pessoal com a celebração, reafirmando a presença constante ao longo dos anos.
“A Lavagem do Bonfim, além de ser um patrimônio religioso, que abençoa e acolhe a todos, também é um patrimônio cultural do Brasil. Sempre estive presente e, hoje, mais uma vez, estou aqui recebendo essas benções”, disse, em conversa com o Alô Alô Bahia.
Durante a conversa com a imprensa, Margareth Menezes também negou que pretenda disputar um cargo eletivo nas próximas eleições. Questionada sobre uma possível candidatura a deputada, a ministra descartou a hipótese e afirmou que seu foco segue integralmente no trabalho à frente do Ministério da Cultura.
“O trabalho que estamos fazendo no Ministério tem um significado muito grande. Quando fui convidada, recebi como uma missão, então, acho que tenho que ir até o final da missão. Tem muita coisa pra fazer esse ano ainda”, afirmou.
Em tom de agradecimento e reflexão, Margareth disse que o momento também foi dedicado a pedidos pessoais e coletivos, reforçando a necessidade de diálogo e união no país. “Estou agradecendo por todo o trabalho que temos feito e pedindo mais saúde, paz, compreensão, união. Temos que pensar no Brasil como nação, sem essa divisão”.