Simone Mendes vira alvo de processo milionário após obra causar estragos em casa de músico

Simone Mendes vira alvo de processo milionário após obra causar estragos em casa de músico

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Heider Sacramento

Reprodução

Publicado em 03/09/2026 às 08:17

Uma obra no imóvel de Simone Mendes acabou no centro de uma disputa judicial milionária. A cantora é alvo de uma ação movida por Léo Stuart, guitarrista da banda Tihuana, depois que um muro da construção desabou e provocou danos na residência do músico, em Barueri, na Grande São Paulo.

Segundo informações da coluna Daniel Nascimento, do jornal O Dia, a ação envolve pedidos de indenização por danos materiais e morais que chegam a R$ 1,3 milhão. O episódio aconteceu em novembro de 2024, durante um período de fortes chuvas.

De acordo com a versão apresentada pelo músico à Justiça, água, lama e entulhos avançaram sobre o imóvel após o desabamento. Entre os prejuízos relatados está um piano avaliado em aproximadamente R$ 400 mil, além de danos no pomar, na piscina, no lago de carpas e no sistema de abastecimento de água.

O caso ganhou um capítulo curioso porque uma perícia realizada em uma ação iniciada pela própria Simone acabou sendo usada contra a cantora no processo.

Perícia apontou falhas

O laudo elaborado pelo engenheiro Walmir Pereira Modotti identificou ausência de sistema de drenagem e problemas estruturais no muro construído no terreno de Simone. A análise indicou ainda que o solo saturado pelas chuvas teria aumentado a pressão sobre a estrutura e contribuído para o desabamento.

Com base nos elementos apresentados no processo, a Justiça determinou a paralisação da obra e a reconstrução dos muros e das áreas atingidas. A medida previa multa diária de R$ 2 mil, limitada a R$ 200 mil.

Simone recorreu, mas o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão em abril deste ano. A defesa da cantora ainda apresentou recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Apesar das decisões já tomadas sobre os reparos, o pedido de R$ 1 milhão por danos morais ainda não teve julgamento definitivo. Também seguem em discussão as alegações de que os responsáveis pela obra e o condomínio teriam conhecimento prévio dos problemas de drenagem.

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