Dolly Parton morreu aos 80 anos deixando uma fortuna estimada em mais de R$ 3,2 bilhões, além de imóveis, negócios e o Dollywood, parque temático que ajudou a transformar sua cidade natal em destino turístico.
A cantora também construiu um dos maiores legados filantrópicos da música. Sem filhos, ela criou projetos voltados à educação infantil e chegou a doar US$ 1 milhão para pesquisas durante a pandemia de Covid-19.
Entre os bens deixados por Dolly está a mansão onde viveu com o marido, Carl Dean, em Brentwood, nos arredores de Nashville. A propriedade foi construída em 1972, em um terreno de cerca de 28 hectares, e chegou a ter 23 cômodos, piscina, quadra de tênis e outras estruturas.
A fortuna da artista, no entanto, não veio apenas da música. Ao longo da carreira, Dolly ampliou os negócios para o entretenimento, turismo e hotelaria. O Dollywood, parque temático localizado no Tennessee, tornou-se uma das principais atrações da região e uma importante fonte de seu patrimônio.
Dolly também criou a Imagination Library, projeto que distribui livros gratuitamente para crianças. A iniciativa tem relação direta com a infância da cantora, que cresceu em uma família pobre e numerosa e viu o próprio pai enfrentar dificuldades por não saber ler.
Já a vida pessoal foi marcada por décadas de casamento com Carl Dean, que morreu em março de 2025. Discreto, ele permaneceu longe dos holofotes mesmo durante os anos de maior fama da mulher.
Sem filhos, Dolly deixa um patrimônio milionário, mas também uma história de superação e um legado construído muito além dos palcos.