Ney Matogrosso mantém sítio de 140 hectares com área de preservação e acolhimento de animais silvestres

Ney Matogrosso mantém sítio de 140 hectares com área de preservação e acolhimento de animais silvestres

Redação Alô Alô Bahia

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Reprodução / Redes sociais

Publicado em 23/08/2026 às 19:23

Longe dos palcos, Ney Matogrosso mantém uma propriedade de cerca de 140 hectares em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. O local, além de fazer parte da vida pessoal do cantor, abriga uma área de Mata Atlântica preservada e está ligado a um trabalho de acolhimento e devolução de animais silvestres à natureza.

Segundo informações divulgadas pela Caras, mais de 10 mil animais silvestres já teriam sido devolvidos à natureza na propriedade. O número é apresentado pela publicação como resultado do trabalho desenvolvido no local.

A relação do cantor com o sítio é antiga. Ney já falou publicamente sobre a propriedade e sobre o trabalho envolvendo animais resgatados. O espaço também aparece relacionado à trajetória pessoal do artista em projetos que abordaram sua vida.

Área de Mata Atlântica

A propriedade fica em uma região que reúne remanescentes de Mata Atlântica e diferentes ambientes naturais. A preservação desses espaços contribui para a manutenção de habitats utilizados por espécies da fauna brasileira.

O trabalho de proteção aos animais também faz parte da rotina ambiental de Saquarema. De acordo com dados divulgados pela Prefeitura, a Guarda Ambiental realizou 441 resgates de animais silvestres no primeiro semestre de 2024. Desse total, 322 foram reinseridos na natureza após o resgate por apresentarem condições adequadas.

Entre os animais encontrados pelas equipes no município estão gambás, corujas, cobras, pinguins, tartarugas, gaviões, capivaras, lontras, tamanduás e jacarés.

Reabilitação antes da soltura

Animais silvestres encontrados feridos ou debilitados podem precisar passar por avaliação e recuperação antes de serem devolvidos ao ambiente natural. Em Saquarema, alguns desses animais são encaminhados a instituições especializadas, como o Instituto BW, citado como parceiro no trabalho de preservação e reabilitação da fauna na Região dos Lagos.

Depois do período de recuperação, os animais que apresentam condições para viver novamente em liberdade podem ser devolvidos ao habitat.

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