A influenciadora e apresentadora baiana Mari Gonzalez aproveitou sua passagem por Salvador para visitar as crianças e os adolescentes acolhidos pelo Grupo de Apoio à Criança com Câncer da Bahia (GACC-BA). Madrinha da instituição há seis anos, ela compartilhou registros do encontro nas redes sociais e destacou as lições de amor, esperança e empatia que leva consigo a cada visita.
“Há 6 anos tenho a honra de ser madrinha do GACC-BA e, sempre que venho aqui, saio com o coração cheio de amor e aprendizados! São tantas vidas, tantas histórias, tantos desafios e tanta força!”, escreveu Mari. Ela também ressaltou a presença da esperança e da coragem no dia a dia da instituição.
Durante a visita, a apresentadora passou pelo espaço de convivência e pela brinquedoteca, onde conversou e brincou com os acolhidos, além de registrar momentos de carinho com as crianças e a equipe. Entre as fotos publicadas, Mari aparece abraçada à jovem Marina, que descreveu como “uma doçura de menina e cheia de luz”, e ao lado da pequena Ayla.
“Um lugar que nos ensina tanto sobre a vida, sobre empatia, sobre valorizar as pequenas coisas e, principalmente, sobre o poder do amor! Que nunca faltem esperança, cuidado e mãos estendidas para apoiar esse trabalho tão lindo e necessário”, declarou.
Como funciona o trabalho do GACC-BA
Além de compartilhar o reencontro, Mari aproveitou a publicação para chamar atenção para a importância do trabalho realizado pelo GACC-BA e incentivar o apoio à instituição. A organização acolhe mensalmente cerca de 240 crianças e adolescentes de zero a 19 anos, além de seus acompanhantes, durante o tratamento contra o câncer.
Como o tratamento oncológico infantojuvenil pode durar, em média, dois anos, a instituição oferece uma estrutura de apoio para ajudar pacientes e familiares a enfrentar esse período. Entre os serviços estão hospedagem em 50 apartamentos individuais com banheiro privativo, alimentação, transporte, exames e medicamentos complementares.
O GACC-BA também oferece assistência social, odontológica, fisioterapêutica, nutricional e psicológica, além de ajudar com próteses e órteses. O trabalho busca contribuir para que crianças e adolescentes e seus familiares tenham acolhimento e suporte ao longo do tratamento.

