Deputada mais votada, Eduarda Campopiano é investigada pelo MP por invadir sindicato e jogar pés de galinha em professores

Deputada mais votada, Eduarda Campopiano é investigada pelo MP por invadir sindicato e jogar pés de galinha em professores

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Gabriel Moura

Reprodução

Publicado em 08/10/2026 às 12:34

Eleita deputada estadual por São Paulo, Eduarda Campopiano (PL), de 23 anos, é investigada a pedido do Ministério Público de São Paulo por suspeita de violação de domicílio e agressões durante um protesto na sede da APEOESP, sindicato que representa professores do ensino oficial do estado. O episódio ocorreu em 14 de janeiro, na Praça da República, no centro da capital.

Segundo o boletim de ocorrência, Eduarda estava entre cerca de 15 pessoas que entraram no prédio do sindicato para protestar contra o reajuste do piso nacional do magistério, que ainda não havia sido oficializado naquela ocasião. O grupo também incluía o vereador Kleber Ribeiro, do mesmo partido da deputada.

Durante a manifestação, a situação teria se agravado após integrantes do grupo passarem a fazer críticas e proferir palavras de ordem contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Supremo Tribunal Federal. Conforme relatos registrados no caso, houve uma discussão entre os manifestantes, funcionários e professores presentes no local.

Ainda de acordo com o registro policial, Eduarda e Kleber teriam arremessado pés de frango contra funcionários do sindicato. O boletim descreve que a ação provocou tumulto e constrangimento, além de representar risco à integridade física das pessoas que estavam no prédio. O caso foi registrado na 3ª Delegacia de Polícia, em Campos Elíseos.

O documento relata que o grupo entrou na sede da APEOESP supostamente para realizar um protesto e, durante o ato, passou a proferir “palavras de ordem e expressões agressivas e intimidatórias” contra o sindicato, seu presidente em exercício e partidos políticos. Na sequência, segundo o B.O., foram arremessados objetos, “notadamente pés de frango”, contra funcionários do local, em uma situação que teria provocado “tumulto”, “constrangimento e risco à integridade física” dos presentes.

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