Deltan Dallagnol (Novo) foi eleito senador pelo Paraná neste domingo (4), com 25,31% dos votos válidos. Ele ficou com a segunda cadeira do estado, atrás de Filipe Barros (PL), que conquistou a primeira vaga com 27,29%.
Apesar da votação, a situação de Dallagnol ainda depende de uma decisão definitiva da Justiça Eleitoral. Isso por que na manhã deste domingo, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, suspendeu uma decisão que havia indeferido a candidatura e determinou que o registro voltasse a constar como “deferido com recurso”.
Com a decisão, os votos recebidos por Dallagnol são contabilizados normalmente. No entanto, a validade definitiva da votação dependerá do julgamento do plenário do TSE.
Caso a candidatura seja considerada irregular, os votos poderão ser anulados e o Paraná poderá ter que realizar uma nova eleição para preencher a segunda cadeira do Senado.
Dallagnol ficou conhecido nacionalmente por sua atuação como procurador da República e por ter sido um dos nomes de destaque da Operação Lava Jato, ao lado do então juiz Sergio Moro.