Depois de passar algumas semanas fechado, o Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB) volta a abrir as portas neste sábado (5) com uma exposição especial que reúne obras da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática.
Com curadoria de Keyna Eleison e Thiago de Paula Souza, a exposição reúne trabalhos de 14 artistas brasileiros e internacionais, com obras que dialogam com manifestações culturais afro-brasileiras e afro-diaspóricas, além de temas como memória, corpo, vulnerabilidade e questões sociais contemporâneas.
Aberta até 29 de novembro, a mostra contará com a participação de diversos artistas baianos e internacionais, como Antonio Társis e Alberto Pitta, além de Nádia Taquary, que volta a Salvador com a obra “Irókó: A árvore cósmica” (2025).
Entre os destaques internacionais está Ming Smith, primeira fotógrafa negra a ter obras adquiridas pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA).
No MUNCAB, serão apresentadas mais de 50 fotografias da artista, produzidas em diferentes momentos da diáspora negra, com registros do Harlem, nos Estados Unidos, e da África. A seleção inclui imagens das séries “Invisible Man” e “Jazz”, esta última com registros de nomes como Pharoah Sanders, Sun Ra e Billy Higgins.
Serviço
36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática
Local: Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB)
Endereço: Rua das Vassouras, 25, Centro Histórico, Salvador
Visitação: 5 de setembro a 29 de novembro de 2026
Horário: terça a domingo, das 10h às 17h
Acesso ao museu: até 16h30
Ingressos:
Inteira: R$ 20
Meia-entrada: R$ 10
Entrada gratuita às quartas-feiras e domingos