Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis, se manifestou nesta terça-feira (1º) após ser envolvido em uma investigação criminal. Em uma nota publicada nas redes sociais, a assessoria jurídica do colombiano afirmou que, até o momento, não houve oferecimento de denúncia contra ele.
O caso teve início há cerca de dois meses, em Ipoema, distrito de Itabira, em Minas Gerais, durante um festival local. Na ocasião, o ex-genro da apresentadora Ana Maria Braga foi preso sob suspeita de furtar um anel de prata que estava exposto em um estande do evento.
Segundo as informações divulgadas na época, o carro do colombiano foi revistado e o anel foi encontrado no veículo. Badarik conseguiu liberdade provisória no início de junho, mediante o cumprimento de medidas cautelares, como comparecer à Justiça quando for intimado e manter o endereço atualizado no processo.
Agora, a defesa afirma que o processo ainda está em fase de investigação e que não existe uma acusação formal contra Badarik.
“Até o presente momento, não houve oferecimento de denúncia contra o investigado, de modo que sequer existe acusação formal delimitando quais crimes serão eventualmente imputados a Badarik”, diz o comunicado.
Na nota, os advogados também afirmam que a repercussão do episódio estaria causando impactos na vida pessoal e profissional do ex-genro de Ana Maria Braga.
Segundo a defesa, Badarik estaria sendo tratado publicamente em alguns espaços “como se sua responsabilidade criminal já estivesse definida”.
Os advogados reforçaram que ser investigado não significa ter sido condenado. O comunicado cita ainda princípios como o devido processo legal, o direito à ampla defesa, o contraditório e a presunção de inocência.
“Investigação não é condenação”, afirma a defesa.
Caso aconteceu em Minas Gerais
O episódio envolvendo Badarik González aconteceu durante um festival em Ipoema, distrito de Itabira, há cerca de dois meses. Após a prisão, ele obteve liberdade provisória e passou a cumprir medidas determinadas pela Justiça.
Na nova manifestação, a defesa afirma que os argumentos e esclarecimentos relacionados ao caso serão apresentados no âmbito apropriado, respeitando as instituições responsáveis pela investigação.
“A liberdade de imprensa é essencial. A presunção de inocência também”, conclui a nota assinada pela Borcat Morello Advocacia, responsável pela defesa de Badarik.
