IBGE registra recorde de emprego formal e alta na informalidade; veja números

IBGE registra recorde de emprego formal e alta na informalidade; veja números

Redação Alô Alô Bahia

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Agência Brasil

Publicado em 27/08/2026 às 10:52

O mercado de trabalho brasileiro atingiu marcas históricas no trimestre encerrado em julho, impulsionado tanto pelo crescimento do emprego formal quanto pelo avanço das ocupações sem registro.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (27), mostram que a taxa de desemprego recuou para 5,3%, o menor patamar da série.

Ao todo, o país soma agora 103,3 milhões de pessoas empregadas, um contingente inédito que engloba os setores formal e informal. Na comparação com o trimestre finalizado em abril, houve a criação de 1 milhão de postos de trabalho.

Dentro desse universo, o número de profissionais com carteira assinada no setor privado bateu recorde e chegou a 39,4 milhões.

Esse volume representa a geração de 139 mil vagas formais frente ao trimestre imediatamente anterior e um saldo positivo de 314 mil novos postos com registro no acumulado de doze meses.

O IBGE ressalta que esse levantamento é feito por meio de entrevistas domiciliares, o que difere da metodologia do Caged, baseada no saldo de contratações e demissões informadas pelas empresas ao Ministério do Trabalho.

Apesar do cenário positivo no setor privado, o grande motor da expansão da ocupação no país foi a informalidade. Do total de 1 milhão de novas vagas abertas no trimestre, 657 mil correspondem a trabalhos informais.

Com esse movimento, a taxa de informalidade no Brasil subiu de 37,2% para 37,5%, englobando atualmente 38,8 milhões de trabalhadores.

Segundo os critérios do instituto, esse grupo é formado por empregados e trabalhadores domésticos sem carteira assinada, pessoas que atuam por conta própria ou de forma familiar e empregadores que não possuem CNPJ.

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