A disputa entre Davi Brito e Mani Reggo ainda está longe de chegar ao fim. Após a audiência de conciliação realizada nesta quarta-feira (26) terminar sem acordo, o processo entra agora em uma nova etapa no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
O próximo passo é o julgamento da apelação apresentada pela defesa de Davi. O recurso será analisado por um colegiado do TJ-BA, formado por desembargadores, que poderá manter a decisão de primeira instância, modificá-la parcialmente ou reformá-la.
A discussão na segunda instância parte da sentença proferida em abril de 2025 pela 7ª Vara de Família de Salvador. Na ocasião, a Justiça reconheceu a existência de união estável entre Davi e Mani e determinou efeitos patrimoniais sobre o período da relação.
Davi recorreu justamente para tentar modificar esse entendimento. Agora, os desembargadores terão de analisar os argumentos apresentados no recurso e as respostas da parte contrária antes de decidir se a sentença será mantida ou alterada.
O processo tramita sob segredo de Justiça, o que impede o acesso público aos detalhes dos argumentos apresentados pelas partes e ao conteúdo da audiência. Existem três possibilidades principais: o colegiado pode manter a sentença, pode alterar parte da decisão ou pode reformar o entendimento de primeira instância.
Caso o resultado seja desfavorável a uma das partes, ainda podem existir recursos aos tribunais superiores, dependendo do conteúdo da decisão e da existência de questões que permitam esse tipo de recurso. Portanto, o julgamento da apelação não significa necessariamente o encerramento imediato de todas as possibilidades de contestação.
Por enquanto, porém, o ponto central é outro: sem acordo entre Davi e Mani, a definição sobre a disputa patrimonial volta para as mãos da Justiça.
A sentença de primeira instância envolve os efeitos patrimoniais da união estável e, entre os bens discutidos, estão os prêmios conquistados por Davi durante o BBB 24. O valor citado no processo inclui o prêmio principal de cerca de R$ 2,92 milhões e dois carros avaliados em aproximadamente R$ 700 mil.
Isso significa que o resultado do julgamento poderá definir se a decisão favorável a Mani será preservada ou se o entendimento sobre a divisão desse patrimônio será modificado.