Tradicional cafeteria de Salvador fecha unidade da Graça e reabre sob novo nome

Tradicional cafeteria de Salvador fecha unidade da Graça e reabre sob novo nome

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

com informações do CORREIO

Wladimir Pinheiro/CORREIO

Publicado em 04/08/2026 às 14:47 / Leia em 3 minutos

Quem passa pela Rua da Paz, na Graça, talvez já tenha notado uma mudança em um dos endereços queridinhos de muitos moradores e visitantes da região: o antigo Solange Café mudou. Agora, o espaço foi repaginado e abriga a Casa Rabello, um estabelecimento que reúne empório, café e eventos no imóvel nº 18.

A mudança de nome e na identidade visual foi concluída há cerca de 15 dias, de acordo com a chef e sócia Rosana Rabello. Em entrevista ao CORREIO nesta terça-feira (4), ela contou que entrou no negócio há quatro meses.

“Edilson (Santos, irmão de Solange) me convidou, perguntando se eu tinha interesse em ficar com ele no café. Fui pensar um pouco, porque já tenho bufê e tenho um café em Mucugê”, diz Rosana, que tem um bufê que leva seu nome há 30 anos, no Itaigara, e também o Café Pati, inaugurado há dois anos, na Chapada Diamantina.

Tradicional cafeteria de Salvador fecha unidade da Graça e reabre sob novo nome

Solange, a fundadora do café que leva seu nome, ainda mantém a casa da Pituba e a de Vitória da Conquista. O irmão e antigo sócio Edilson continua na Graça, agora com Rosana. De acordo com ela, o ritmo das três unidades estava sendo muito intenso. Enquanto a unidade da Pituba foi fundada há 14 anos, a da Graça estava há oito em funcionamento.

“Acabou crescendo, pelo ritmo. Essa é uma vida muito desgastante e Solange é que nem eu, uma pessoa que mete a mão em tudo, que vivencia as coisas. É uma vida muito cansativa e a gente tem que estar muito presente”, explica Rosana. O estabelecimento manteve os horários de funcionamento: das 8h às 21h, de segunda-feira a domingo.

Boa parte da equipe foi mantida e o cardápio ainda preserva os antigos itens do Solange Café, mas agora com novas adições. “A gente manteve o que tinha e aumentou, só buscou melhoria. Coloquei uma vitrine de tortas doces, doces finos e muitos salgados, porque não tinha tanta variedade. Hoje, eu defino que seria mais como um empório, porque você acha de tudo. Consegue levar bolos, salgados, torta, mingau, canjica”, lista.

Em breve, a casa também deve oferecer serviço de almoço, com opções que vão desde pratos regionais (como carne do sol e feijão tropeiro) e porqueta (carne de porno) até risoto e filé a parmigiana. Há, ainda, um espaço para eventos que comporta até 60 pessoas. Para eventos, é possível também contratar o buffet de brunch.

Apesar de já estar tocando o negócio há quatro meses, Rosana explica que a ideia era fazer uma transição tranquila. “A gente não quis criar impacto para as pessoas, então tem uns 15 dias que trocamos o nome”, diz ela, que é natural de Jacobina. “Digo (a Casa Rabello) que é uma casa de todos e que a gente aguarda a sociedade em geral. Estou onde estou hoje por causa dos meus clientes”, acrescenta.

 

Leia mais notícias no CORREIO, parceiro do Alô Alô Bahia.

 

Compartilhe

Alô Alô Bahia Newsletter

Inscreva-se grátis para receber as novidades e informações do Alô Alô Bahia