Entrevistas


10 Jan 2018

Vogue entrevista a atriz Camila Queiroz. Confira!

Na última segunda-feira, 08, foi ao ar o último capítulo da novela das 19h da Globo, Pega Pega. A atriz Camila Queiroz se despediu de Luiza, sua personagem, e agora já começa a se preparar para o casamento com Klebber Toledo. A Vogue aproveitou o momento e bateu um papo super bacana com Camila, confere abaixo!

O que aprendeu com sua personagem em "Pega Pega"?

Toda personagem traz algo para a gente. A Luíza é uma personagem muito forte, que passou por muitos desafios e, em nenhum momento, desistiu. Essa coragem dela é algo que eu me identifico e que trago para a minha vida. Comecei a trabalhar muito cedo, porque queria dar uma vida melhor para a minha família. Fui morar longe deles. Tive meus obstáculos, assim como a Luíza, mas me mantive firme. Então acho que dividimos esse lado da coragem, de manter o foco. Foi um trabalho especial para mim. 

O que pretende fazer com o fim das gravações?

Eu quero descansar. Essa é a primeira coisa que quero fazer (risos). Tive um ano de muito trabalho. Quero aproveitar esse tempo para estar com a minha família, que eu não consigo ver sempre quando estou gravando, talvez viajar... Esse momento é para recarregar as energias. Ainda não defini nada. Só sei que eu quero descansar um pouquinho (risos). Mas depois eu quero voltar com tudo! Não gosto de ficar parada!

Quais foram os seus pedidos para 2018?

Muita saúde para a minha família e para as pessoas que eu amo, continuar trabalhando com a minha profissão, que é algo que me completa e me faz imensamente feliz. Paz para enfrentar o dia a dia com tranquilidade. E muito amor nesses novos dias que virão.

Fez alguma simpatia para a virada?

Costumo sim (risos). Sou meio supersticiosa. Escolho a peça íntima de acordo com o que eu quero para o ano. Gosto de mesa com frutas, pé direito na virada... Faço todas.

Como você está cuidando da beleza?

Eu comecei a malhar. Eu senti que o meu corpo mudou depois que eu comecei a fazer TV. Quando era modelo, por exemplo, tive um período morando em Nova York. E eu andava muito de um lado para o outro, não faltava exercício aeróbico (risos). E desde que comecei a fazer novela, a rotina é outra. Não ando mais como antes, então comecei a treinar para tonificar mais o corpo. Mas apenas isso, sem neuras. Eu limpo bem o meu rosto. Não durmo maquiada nunca. E tem a alimentação, que é bem regrada. Mas sempre me alimentei bem.

Lethicia Bronstein vai assinar seu vestido de noiva. Já tem alguma ideia de como quer a peça e o que definitivamente não quer?

Nossa,  essa é a pergunta (risos). Até agora estive e ainda estou muito focada na novela. Vou começar a pensar mais nesses detalhes a partir de agora. Mas eu acho que algo muito pomposo não tem muito a ver comigo. Imagino um vestido lindo e que traduza bem quem eu sou. Mas não tenho detalhes ainda.

Qual foi o momento mais romântico ao lado de Klebber, sem ser o pedido de casamento?

Klebber é um homem romântico. Ele torna as pequenas coisas do nosso dia a dia em algo especial. Difícil eleger um momento só.

Você sempre quis casar? Era um sonho?

Sim, eu sempre quis casar e formar uma família. Venho de uma família grande e, se depender de mim, também terei uma assim.

E filhos?

Tenho o desejo de ser mãe, mas as coisas acontecem naturalmente. Um passo de cada vez, né?! (risos).

Crédito: Vogue

Foto: Reprodução. Siga o insta @sitealoalobahia.

09 Jan 2018

"A publicidade está menos brilhante" diz Olivetto em entrevista ao Meio & Mensagem

O ano de 2018 começa diferente para Washington Olivetto. Desde 1986, quando deixou a DPZ para lançar a então W/GGK, depois transformada em W/Brasil, fundida com a McCann em 2010, esse é o primeiro ano que o publicitário inicia não estando no comando de uma grande agência brasileira (na verdade, o segundo, já que passou o réveillon de 2002 sequestrado).

Desligado oficialmente da WMcCann desde novembro e morando em Londres, onde atua como consultor da rede, Olivetto se dedica à finalização da autobiografia Direto de Washington – W. Olivetto por Ele Mesmo, a ser lançada no primeiro semestre pelo selo Estação Brasil, da editora Sextante. Ele promete dividir com os leitores não só as glórias de seus 66 anos de vida, mas também alguns fracassos na publicidade. Só não espere ler detalhes do longo sequestro de 53 dias, que ele chama de “episódio” e sobre o qual prefere não falar.
 
Sem agência

“Eu me treinei para isso. A WMcCann foi um êxito absurdo. Chegamos à segunda posição no ranking. De 2010 a 2016, nós fomos a agência mais lucrativa do grupo McCann no mundo. O Luca Lindner foi promovido por causa disso (atual presidente global do McCann Worldgroup, era o principal executivo da operação latino- americana em 2010 e conduziu a união da McCann com a W/). O Pablo Walker foi promovido para América Latina e Caribe e depois Europa (onde comanda o McCann Worldgroup e a quem Olivetto responde atualmente, como consultor). O Fernando Fascioli foi promovido (a presidente do McCann Worldgroup para a América Latina e Caribe). Enfim, um espetáculo. Obviamente, tivemos um duplo acidente de percurso: o problema da Seara (queda no investimento após prisão dos donos da JBS em decorrência da Operação Lava-Jato) e a perda do Bradesco, o que a gente jamais esperava, a ponto de a gente não acreditar quando disseram que haveria uma concorrência. Daí eu fui muito objetivo. Como já tinha o plano de me mudar para Londres, onde meus filhos estão estudando, falei com o Luca que preferia ficar lá. E disse a ele que a boa maneira que eu tenho de ajudar é não atrapalhar.”

Rotina em Londres

“Vou diariamente para a McCann Londres, porque eu gosto. E procuro basicamente não ser um homem de review board. Só dou palpites quando me pedem. O dia a dia da agência em Londres, para mim, é muito bom, porque mantenho a minha disciplina de publicitário. Mas, sem dúvida nenhuma, é uma rotina que me requisita menos e me faz tirar o pé do acelerador mais naturalmente.”
 
Diferença com o Brasil

“Em Londres, o pessoal chega às 9 horas, conversa-se pouco. Almoço só se for importante com cliente, senão come na mesa. E às 5 da tarde vai todo mundo embora. Não só na McCann Londres, mas na Europa, de maneira geral, há uma presença muito grande de freelancers. Há, inclusive, um mercado para freelancers. Por causa das cargas tributárias, é muito difícil para as agências manterem uma máquina muito grande. E é praticamente impossível demitir pessoas fixas.”
 
Espanholização

“Londres é um mercado muitíssimo profissional, o mais profissional da Europa. Ao contrário de Espanha, Itália e Portugal. Na Espanha, bem atendido ou não, todo fim de ano o cliente faz uma concorrência. E eu acho que, infelizmente, o Brasil perdeu uma disciplina que nós tínhamos, de ser um mercado altamente profissional, como era o americano e o inglês. E a gente se espanholizou. Muita coisa desapareceu e não foi substituída por nada. Então, está muito difícil. A publicidade está menos brilhante, em geral. Está muito menos divertido e não se está ganhando dinheiro. São três características que perdemos: se ganhava dinheiro, era divertido e era brilhante.”
 
Crise generalizada

“Publicitário brasileiro da minha geração tem know-how de crise. Vivemos até crise de prosperidade. Mas alguns momentos de crise nas agências ou nos anunciantes ficavam delimitados naqueles espaços. Hoje vivemos uma crise no negócio da comunicação. Até os veículos mais prósperos estão lutando com dificuldades. É preciso pensar o seguinte: não existe nenhum lugar que tenha publicidade boa e eficiente que não tenha veículos prósperos. Quem paga o nosso salário são os veículos. Hoje temos uma crise generalizada — o que, de um jeito ou de outro, vai levar para uma releitura do negócio. A grande coisa nesse negócio chama-se relevância.”
 
Futuro do negócio

“O formato do negócio no Brasil foi durante muitos anos um dos menos ruins que existia. Até porque o caminho do comissionamento mantinha as agências excitadas para gerar ideias. A diferença é que alguns mercados de fora se treinaram para saber cobrar por ideias e não esperaram o comissionamento. E nós fomos matando o comissionamento antes de aprender a cobrar pelas ideias. Vamos ter anos difíceis pela frente, ainda vai levar um tempo até todo mundo descobrir que deu errado. O grande problema é que é um negócio que deixou de ser uma coisa, sem discutir se era boa ou ruim, e não passou a ser outra. Claro que sempre existirá lugar para os muito talentosos, para os brilhantes. Sempre existirão novas gerações, mas quem está começando agora, vai passar pela sensação de que chegou a uma festa onde os cinzeiros estão sujos, os copos estão vazios e as moças mais bonitas já foram embora.”
 
De quem é a culpa?

“Os culpados são muito da minha geração e a imediatamente após, que não souberam preservar a atividade tão bem quanto a geração anterior a minha. Esse negócio só dá certo se agências e clientes se gostarem. Trocaram a ideia de cumplicidade pela de antagonismo. A única coisa que pode salvar o negócio é voltar a existir relações de cumplicidade entre agências e clientes, entre profissionais de agência e de cliente e entre profissionais de comunicação em geral. Hoje se estabeleceu uma luta de classes, até entre criação, planejamento, atendimento, digital… Quanto mais você vulgariza o negócio para conquistar o seu espaço mais você se estrepa. Mais barato sempre dá para fazer, mas aí tem uma juniorização absurda. E, por outro lado, estruturas gigantes que não servem para nada, reuniões em que aparecem 15 pessoas e duas falam, e o cliente fica com a sensação de que pagou as 15…”
 
Agências e consultorias

“Tem outra coisa que é definitiva e dramática, e é isso inclusive que vai acelerar alguma mudança — mas vai demorar. Todas as agências, boas ou ruins, burramente resolveram dizer que são iguais às consultorias. Deixaram de ser agências e não viraram consultorias. E as consultorias resolveram contratar os caras de criação para virar um pouquinho agência.”

A autobiografia

“Há um ano e meio fui almoçar com o Marcos Pereira (dono da Sextante) e o Pascoal Soto (editor responsável pelo selo Estação Brasil). O Marcos me pediu uma campanha de incentivo à leitura (para o Sindicato Nacional dos Editores de Livros), que nós fizemos. Nessa conversa, eles me convidaram para escrever uma autobiografia. Neste ano em que passei boa parte do tempo em Londres, aproveitei meus dias de solidão para pensar no livro. De noite, sem nada para fazer, consegui racionalizar quem sou eu. Apesar de, certamente, eu ser o mais fanático dos publicitários da minha geração, tudo que deu certo na minha vida foi por eu não ter me conformado em ser apenas um grande publicitário. Foi isso que me realimentou para fazer o meu trabalho. Foi aí que encontrei o caminho do livro, de contar histórias.”

É tudo verdade

“É totalmente diferente do livro do Fernando Morais (Na Toca dos Leões, de 2005, sobre a história da W/Brasil e seus fundadores). Tudo que tem no livro do Fernando eu não coloquei no meu. Apesar de ser tudo verdade, a minha estrutura é ficcional. Agora estou na parte mais difícil, botei o livro no spa, estou cortando, requintando. Escrevi 486 páginas, acho que vai terminar em 400. Estou burilando. O sonho é lançar em abril.”
 
Fracassos escondidos

“Uma coisa que sempre me irritou em livro de publicitário e apresentações de agências é que todo mundo é infalível. E esse livro não, ele conta muito dos meus grandes sucessos bem divulgados e dos meus poucos fracassos bem escondidos. Para ficar honesto, verdadeiro. Mas é preciso ter um critério para saber o que é fracasso. Quando você trabalha 19 anos para o Unibanco e um dia muda a direção de marketing e você perde a conta, não houve fracasso. Agora, fazer uma campanha em uma época em que qualquer coisa que você divulgasse na Rede Globo vendia mais e não conseguir vender um saquinho de adoçante a mais, isso sim é um grande fracasso. No livro eu conto por que isso aconteceu com Adocyl. O dono era meu amigo de praia, deu a conta para a DPZ por minha causa e eu acreditei no briefing dele. Ele era líder de mercado e pediu uma campanha genérica. Mas era uma época em que tinha gente começando a não usar adoçante, então era preciso tirar market share dos outros… Foi um vexame.”
 
Decepção com cerveja

“Têm categorias que eram o seu sonho, mas que você não trabalha bem. Aconteceu comigo com cerveja. Peguei Antarctica no pior período da marca e eles não me deixaram trabalhar. Fiz um grande comercial, “Casinha no morro”, filmado em Cap d’Antibes, para Bavaria (marca da Antarctica, atendida, nos anos 1990 pela W/Brasil). Fiz esse único comercial que acho brilhante para uma cerveja, mas nunca fiz uma campanha como “Desce redondo” (da F/Nazca S&S para Skol), que eu gostaria de ter feito.”

“Episódio” apagado

“Eu não gosto de usar isso (o sequestro), primeiro porque acho um recurso fácil e apelativo para o livro — se eu quisesse poderia fazer um livro só sobre isso. O livro tem tantas outras histórias interessantes que eu não preciso dessa. E, segundo, porque não gosto de ser pauta disso. Quando acabou o episódio, disse que não me tornaria pauta disso porque a minha especialidade é publicidade. De sequestrado, só tenho 53 dias de experiência. Quando acabou, desliguei e nunca sonhei com isso. E eu já sonhei que estou fumando, mesmo não sendo fumante há oito anos.”

Marca W na McCann

“Em 2010, a ideia era a imortalização do W. Então, eu lido com essa ideia muito bem. Tenho agora é que torcer para a agência ser muito boa para o W ficar bacana.”
 
Hugo Rodrigues

“Há uns quatro anos, cogitei a ideia de levar o Hugo Rodrigues (novo chairman e CEO da agência) para a WMcCann, por causa do bom relacionamento dele com o varejo da GM. Agora, quando oficializei que me mudaria para Londres, disse ao Luca que a melhor maneira de eu ajudar era não atrapalhar. Até porque acho muito ruim — não comigo, mas com qualquer um — passar uma responsabilidade de ser o continuador. A melhor maneira de você dar certo é sendo você mesmo. No caso da WMcCann, que depois dos episódios Bradesco e Seara ficou fragilizada, é uma postura de busca de negócios. E ele é bastante óbvio no sentido de já ter relação com GM, Nestlé e L’Oréal. Se não tivesse havido o episódio do Bradesco, particularmente, talvez a agência pudesse ser ambiciosa em termos de comprar outra agência. Depois desse episódio, não. Os próximos tempos serão barra pesada para todo mundo.”

Futuro pessoal

“Hoje eu não lançaria uma agência. Depois do livro, tenho outros projetos na área de comunicação que me interessam mais.”

Crédito: Meio & Mensagem

Foto: Arthur Nobre. Siga o insta @sitealoalobahia.

30 Dez 2017

Dan Miranda prepara CD com participação de Jorge e Mateus

Depois de passar pelas bandas Filhos de Jorge e Avenida Sete, o cantor Dan Miranda prepara CD novo de inéditas. Ao Alô Alô Bahia, nesta sexta-feira, no Festival Virada Salvador, ele contou que a nova produção terá participações de Jorge E Mateus e Thierry. Confira:
 
Esse ano você vai fazer ensaio de verão?
 
Esse ano está meio apertado, por conta do CD novo que estou lançando. Nossa agenda cresceu demais e não vai dar pra fazer ensaio. Vamos lançar a música nova, que se chama Malemolência, e ela tem até uma coreografia legal.
 
Você tem outros projetos paralelos, não é?
 
Tenho, sim. Agora, por exemplo, estou com Márcia Freire, Márcia Short e André Lelis. Estamos fazendo o Axé das antigas, toda quinta no Zen.
 
Você falou aí do CD novo. O que você tem de novidade que pode nos adiantar?
 
O CD novo é ao vivo, tem essa música que falei e o próximo, que é autoral, tem música com meu parceiro Thierry e com a dupla Jorge e Mateus.
 
Se você pudesse escolher algo de muito bom pra acontecer em 2018, o que escolheria?
 
Olha, o que eu escolheria já está acontecendo que é o renascimento da nossa música. Quero me unir a coisas que façam a nossa música crescer cada vez mais.
 
Foto: Rê Marques. Siga o insta @sitealoalobahia

28 Dez 2017

Investiremos em clipes em 2018, diz Wagner Miau

Responsável pela carreira de Solange Almeida, o empresário Wagner Miau concedeu entrevista ao Alô Alô Bahia. Ele veio à Arena Daniela Mercury, nesta quinta-feira(28), acompanhado da namorada Bruna Martins, curtir os shows do Festival da Virada. O empresário revelou o que espera para 2018. Confira:
 
O que você quer levar de 2017?
 
Olha, 2017 foi um ano de superação. Eu espero que a gente leve para 2018 a perseverança, a vontade de sermos vitoriosos.
 
2017 foi um ano de retomada do crescimento. No seu setor, que é o entretenimento, qual a expectativa?
 
A crise a gente tem que acreditar que já acabou. Temos agora que depositar nossas encherias em novos negócios, em novas empreitadas. Vai ser um ano de retomada, sem dúvida.
 
Você gerencia a carreira de Solange Almeida. O que podemos esperar dela no próximo ano?
 
Anitta trouxe isso do clipe e estamos investindo nisso. Ano que vem teremos quatro novos clipes e com parceiras.
 
Vimos que ela estava ouvindo muito Pabllo Vittar. Essa parceria sai?
 
Com certeza. Vai rolar sim, pode esperar.
 
Foto: Rê Marques. Siga o insta @sitealoalobahia

22 Dez 2017

Thomas Almeida fala sobre o mercado de iluminação decorativa na Bahia

Thomas Almeida é um dos empresários mais jovens do segmento de decoração na Bahia. Em bate papo conosco, ele falou sobre sua história com as lojas Construcabos e Desigual Luz, os detalhes que envolvem iluminação decorativa - tendência atual e mundial, e também  nos deu dicas sobre composições de ambientes. Confiram!

Qual a diferença fundamental entre iluminação comercial e residencial?

Um bom briefing inicial, é extremamente necessário para o sucesso de qualquer projeto! Seja comercial ou residencial! Isso se passa por informações importantes e fundamentais que devem analisadas com o objetivo de obter o tão esperado resultado perfeito! Iluminar uma empresa é estar atento inicialmente ao que diz as normas técnicas, como por exemplo respeitar os cálculos para luminância dos ambientes. É importante saber a real necessidade para manter o trabalho confortável para o usuário colaborador.

Quando partimos para iluminar lojas, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais, ênfase nos móveis e objetos e de olho principalmente no consumidor alvo do negócio. A Luz deve estar sempre agradável, para aguçar no cliente, a vontade de retornar.

Quando partimos para as residências, precisamos viajar na criatividade, com interação total com o projeto arquitetônico! Aí cabe a nós, o profissional de arquitetura e os clientes, juntos desenvolver uma luminotécnica, onde a família obtenha através da luz, o conforto necessário, valorizando as particularidades de cada morador!

Qual o diferencial da iluminação cênica na composição dos ambientes?

A iluminação cênica representa o espetáculo das luzes.Através deste brilhante artifício, transformamos ambientes, criando cenários.O paisagismo por exemplo, pode ser contemplado com esta técnica, de forma exemplar. Existem produtos com a tecnologia LED, quando usados de forma correta, entregam formidáveis resultados. É muito comum, os clientes elogiarem muito o que entregamos.


Você comandava previamente a Construcabos e agora especializou seu negócio com a Desigual. Quais os desafios de trabalhar nesse novo ramo?

Sou movido por desafios! Há 16 anos comecei a trilhar meu caminho, comercializando cabos elétricos de porta em porta. Meu primeiro ponto comercial, era o porta malas do veículo.Passei por histórias, que dariam um livro, pequeno, porém instigante! Situações adversas que quando contadas, despertam a atenção. Minha família e meus amigos, ajudaram superar.

A Construcabos é a paixão de minha vida! Fiz muitos e grandes amigos.Continuo diariamente fazendo mais amigos. Esta loja me ensinou a trabalhar com clientes especiais e fieis. Eles cobram minha presença no dia a dia. Tenho verdadeiros soldados colaboradores, que a grande maioria está comigo a mais de 10 anos, pro que der e vier.

Deus agora me deu outra missão.Iluminar os lares, as lojas, as clínicas, os restaurantes e todas as pessoas que confiam no nosso trabalho.A receita para os desafios: honestidade, ética e trabalho duro, oferecendo um serviço Desigual.

Salvador é um mercado propício para investimentos em nichos do ramo decorativo?

Salvador é uma capital cheia de desafios. O mercado de decoração precisa dos empresários sérios e comprometidos, com um ambiente comercial saudável a todos.E nós temos, bons empresários que fomentam o mundo do mercado decorativo, investindo em boas práticas que consequentemente vai nos ajudar a resgatar os consumidores com potencial, que compram decoração fora da Bahia.Nós temos capacidade para ter e manter um polo da decoração sempre ativo.

Quais as linhas de iluminação decorativa que devem ser tendências no próximo ano?

Para o ano de 2018, vamos ver o design dos lançamentos da ultima Euroluce, em Milão. O moderno vem forte com o assimétrico! Existem Ateliers brasileiros, desenvolvendo peças incríveis. Vamos valorizar e dar atenção ao produto da nossa casa!

Quais as dicas para manter uma iluminação harmônica num ambiente?

Valorizar cada canto, iluminar com sutileza, evitando as extravagâncias, brincando com os tons e combinando com o estilo de vida dos que ali vão morar e passar muitos dias de suas vidas. De todo modo, a dica para desfrutar tudo o que a luz pode proporcionar, é não exagerar e observar a qualidade dos produtos.Na iluminação, o mais barato, na grande maioria das vezes, sai caro!

Final de ano é uma época que sempre remete à luz. Como usar uma iluminação natalina sem poluir o ambiente?  

Já que estamos nas festas de final de ano, as famílias devem sempre aproveitar o paisagismo para enfeitar com luz natalina. Na árvore de Natal, deixar o espírito natalino tomar conta e caprichar nas luzes! Boas festas e um ano novo iluminado a todos nós!

Foto: Reprodução. Siga o insta @sitealoalobahia