Entrevistas


22 Set 2017

Alô Alô Bahia entrevista Duda Sanches

O vereador de Salvador Duda Sanches visitou a redação do Alô Alô Bahia, no Caminho das Árvores, na tarde de ontem (21) e bateu um papo com a gente sobre futuro, eleições 2018, política e muito mais. Confere só!

 

Alô Alô Bahia: Quais são os seus planos dentro da carreira política?

Duda Sanches: O sonho de todo mundo que entra na política é crescer e ajudar cada vez mais pessoas. Hoje, enquanto vereador de Salvador, trabalho cuidando apenas das pessoas da minha cidade como um dos 43 vereadores. E meu objetivo de expandir é real. Tenho a vontade de crescer e alcançar o Estado da Bahia porque meu propósito dentro da política é poder realizar grandes transformações sociais. E para isso, um mandato de deputado, a posteriori, seja estadual ou federal, e sonhar com voos mais altos aqui na minha cidade e no Estado da Bahia fazem parte deste projeto de ajudar cada vez mais pessoas.

Alô Alô Bahia: Você e seu pai - o deputado estadual Alan Sanches, têm uma relação bem próxima. No que você mais se inspira nele enquanto político?

DS: Meu pai é meu ídolo, meu líder, meu espelho, a pessoa que me orientou desde sempre e me introduziu na vida política, porque não seria fácil, com a pouca idade que eu tinha quando fui eleito, chegar a uma dessas cadeiras na primeira capital do Brasil. E meu pai me orienta muito dando o seu exemplo de homem íntegro que já passou por diversos cargos, já militou em diversas áreas, sempre deixando legado e sempre deixando sua marca positiva. Seus exemplos são os que mais me inspiram como novo político porque eu acho que a política precisa de gente limpa, gente que tenha passado por diversos degraus da vida deixando uma boa impressão, deixando uma boa marca, diante do cenário totalmente sujo que a gente vê no Brasil.

Alô Alô Bahia: Enquanto alguém que começou a vida política aos 22 anos, qual você acredita que seja o papel do jovem na transformação deste cenário de crise no qual vivemos atualmente no Brasil?

DS: O principal papel do jovem diante desta crise vivida pelo país é fazer diferente, sem repetir a fórmula sempre usada na política. Quem entender que a velha forma de fazer política ficou pra trás, já vai estar a anos-luz na frente de quem quiser imitar o trabalho de outras pessoas. A gente vê uma política cansada, suja e ultrapassada, então, quem trouxer a velha forma de trabalhar não vai pra frente.

Alô Alô Bahia: Quais são as suas apostas para as eleições 2018 e expectativas com relação as pessoas que irão ocupar o Governo do Estado da Bahia e a Presidência da República?

DS: No Governo do Estado eu sou suspeito pra falar porque sou liderado do prefeito ACM Neto, confio na sua forma de gerir a cidade de Salvador e acho que a Bahia precisa desse choque de gestão no governo estadual. Cansamos. O povo cansou do PT, do povo do mensalão e cansou de ver os jornais de grande circulação falando da política apenas de forma negativa. [ACM] Neto mostrou, sendo eleito 4 vezes o melhor prefeito do Brasil, que dá pra fazer política contando com o apoio da população, que dá pra ser político e ser admirado pela população. Não é a toa que aproximadamente 80% da população o apoia. Então, torço para que ele [ACM Neto] alcance o Governo do Estado, tenho certeza que a Bahia crescerá muito com a sua liderança. A nível nacional, torço para que quem quer que assuma a Presidência possa colocar a nossa economia de volta nos trilhos, pois o Brasil vive um momento de completa paralisação. Por mais que o [Michel] Temer tenha boas intenções na área econômica, o fato dele não ter sido eleito tem tirado a sua legitimidade enquanto Presidente do Brasil, não é a toa que o seu índice de aprovação é 3,4%, isso é histórico no nosso país. Então, o Brasil precisa de alguém que seja eleito e consiga trazer paz, estabilidade e confiança aos brasileiros de que agora conseguiremos andar pra frente.

Alô Alô Bahia: Considerando os últimos 5 anos, quais você acredita que são as áreas onde Salvador mais evoluiu e as que ainda são os nossos principais problemas?

DS: A cidade evoluiu muito principalmente na devolução da autoestima do cidadão soteropolitano. Há 5 anos, Salvador estava abandonada, esburacada, nada funcionava, saúde paralisada, escolas caindo aos pedaços e [ACM] Neto devolveu a cor da cidade de Salvador. Hoje vemos uma orla revitalizada, Carnaval em restauração, Reveillon se consolidando, a cidade pulsa e vibra alegria novamente. Precisamos lembrar que isso poderia estar mais potencializado se a economia a nível nacional estivesse também neste ritmo, pois dependemos do Brasil estar caminhando da melhor forma para Salvador também ser contaminada por isso. Porém, ainda assim, [ACM] Neto conseguiu realizar todas estas transformações. Com relação aos problemas, hoje vivemos numa das cidades mais perigosas do estado. Acho que a violência que tomou conta de Salvador inibe o cidadão de curtir sua cidade. A gente viveu todo um processo de utilização dos espaços públicos com a reforma de diversas praças, feiras de rua funcionando, tudo isso visando a ocupação destes espaços. Mas ao mesmo tempo, as pessoas vivem com medo de estarem nas ruas porque a violência tomou conta. Acho que a violência foi o que mais piorou nos últimos 10 anos aqui na nossa cidade.

Alô Alô Bahia: Conte um pouco sobre o Seminário que você irá participar na Europa 

DS: Fui convidado pela Fundação de Análise dos Estudos Sociais, ligada ao Partido Popular Espanhol, para participar deste Seminário. Esta fundação tem braços em diversos países do mundo e escolheram 2 jovens de cada país latino-americano que eles julgam promissores na política nacional para conhecerem a política na Espanha. Irei representando o Brasil e lá debateremos a realidade da América Latina, trocaremos ideias com o ex-presidente do governo da Espanha, com o ex-primeiro ministro da Polônia, Jerzy Buzek, já tem um deputado do parlamento europeu confirmado também. Além disso, visitaremos o parlamento na Espanha e em Bruxelas e a sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte. Então, vai ser um crescimento político enorme e trarei todo esse conhecimento para utilizar a favor da cidade de Salvador.


Bate-bola

Salvador: Paixão

Brasil: Esperança

Política:Futuro

Educação: Único meio de sermos uma nação realmente progressista

Corrupção: Câncer
 

Fotos: Alô Alô Bahia. Siga o insta @sitealoalobahia


18 Set 2017

João Miguel fala sobre arte nordestina, momento político e Netflix

Celebrado entre os fãs do cinema nacional, o ator baiano João Miguel tem conseguido um feito raro na TV brasileira: manter autoralidade artística em seus projetos. Do extravagante e controverso Só Love, da minissérie O Canto da Sereia (2013), ao divertido cangaceiro Belarmino, da novela Cordel Encantado (2011), o ator experimentou diferentes experiências em produções de forte apelo estético e estilístico. Um dos protagonistas de 3%, primeira série produzida no Brasil pela Netflix (que é sucesso de público nos Estados Unidos e estreia segunda temporada em 2018), o artista esteve, na última semana, no Ceará para participar do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (FNT) e conversou com o jornal O Povo. Confira os melhores trechos da entrevista.
 
O FNT surgiu, há 24 anos, com a proposta de celebrar o teatro nordestino. Em 2017, você ainda acredita ser possível falar em unidade das artes cênicas produzidas na Região?
Acho que sim. O lugar da gente sempre é um lugar de referência, sempre foi e sempre será um caldeirão de perguntas. Quando a gente fala em Nordeste, são muitas as identidades culturais e podem surgir muitas coisas daqui como surgiu o manguebeat, como surgem agora coletivos galgados num espaço que não é o folclórico e sim o que é vivo. Eu acho que cultura popular é muito pop, porque está sempre se reinventando. O bumba meu boi de 150 anos atrás não é mais o mesmo de hoje, porque ele se adapta às circunstâncias, a gente se adapta. Não existe um purismo nessa unidade do teatro nordestino, mas eu acredito nas trocas, nas referências, nos impulsos. Existem tradições que nos influenciam.

Você trabalha em grandes veículos como a Rede Globo. Não se torna difícil manter a raiz de ator de teatro?
Você não pode plantar feijão e colher arroz. Eu vim desse lugar autoral, essa é a minha escola, minha base desde o teatro e eu entro no cinema fazendo isso. Eu participo de experiências em veículos maiores também levando meu autoral. Na Globo, fiz personagens completamente diferentes um do outro. Eu não estou estigmatizado num tipo, talvez por ter essa bagagem, e isso é algo essencial em mim.

Você participa de uma experiência inovadora que é uma série da Netflix gravada no país. O formato de série em plataforma de streaming interfere no seu modo de criar?
Me interessa poder ter experiências instigantes. Esse circuito das séries hoje é um espaço interessante do audiovisual, em que você pode fazer mais de uma temporada e desenvolver um personagem em dez episódios. No caso de 3%, foi curioso, porque dialogou com uma galera que eu não tinha ainda aberto uma janela, que é a galera de 13 a 20 anos. Eles têm outra lógica, outro jeito de olhar, essa troca é o que mais me interessa.
 
É mais difícil ser artista no Brasil de 2017?
As políticas culturais estão totalmente entrelaçadas a um olhar de gestão criminoso, sobretudo, por não priorizar de maneira nenhuma o cidadão. A cultura é um espaço de formação cidadã e é muito triste perceber que poucos avanços que foram feitos são destituídos, abafados e tirados por um modelo onde prevalece o velho olhar do coronel. É preocupante e agressivo o que está acontecendo com a cultura, mas não dá pra ficar na tristeza. É bom para a gente olhar e ver o que é que a gente pode fazer de novo.

Foto: Reprodução. Siga o insta @sitealoalobahia.

13 Set 2017

Ivete Sangalo rouba a cena em evento do The Voice: 'curti tanto o momento que estou grávida'

Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Michel Teló e Lulu Santos, Mariana Rios e o apresentador Tiago Leifert se reuniram com a imprensa para falar da sexta temporada do The Voice Brasil, nos Estúdios Globo, nesta terça-feira (12), mas não deu pra ninguém: a notícia da gravidez de gêmeos de Ivete, anunciada instantes antes do evento pela cantora e confirmada com exclusividade pelo Alô Alô Bahia, foi o grande o assunto da noite.

"É reservado à gente também os sabores de viver o privado, embora eu tenda a dar alegria, a poder dividir essas coisas com meus fãs. Mas tudo é a seu tempo. A intenção não é dar a volta, é dar o tempo que as coisas precisam ter. E tudo a seu tempo. Mas também não vamos se ater a isso, que esse programa e cenário custam um dinheirão", disse a cantora, arrancando risos dos jornalistas. As informações são do portal da Quem.

Bem-humorada, ela desviou quando perguntada se iria para o trio elétrico no Carnaval: "Menina, vamos falar do programa, tu é doida. Faça como eu: Curta o momento. Curti tanto o momento que estou grávida. Gostoso, se eu pudesse eu fazia de novo".

Sobre sua estreia no The Voice Brasil, Ivete falou: "Eu era assídua espectadora e acho maravilhoso poder estar aqui na condição de técnica. Fiz parte do The Voice Kids, chorei por essa escolha de vir pro adulto por conta da experiência que foi lá, deliciosa, da experiência de ver as crianças construindo aquele sonho", disse

Sobre a recepção, Ivete falou com carinho dos colegas: "Falei pra eles 'vocês não me surpreenderam, não', por que eu intimamente sabia que seria recebida bem por eles, pelo carinho e amor que temos. No primeiro dia estava 'pinto no lixo'. Me diverti, foi um programa delicioso".

Foto: Reprodução/Ed. Globo. Siga o insta @sitealoalobahia.

06 Set 2017

Estilo de vida! Conheça o apê baiano de Marcelo Kruschewsky


Abrir a casa de Marcelo Kruschewsky é como viajar pelo mundo. O olhar apurado não apenas para o belo – como também para o exótico e o inusitado - está em cada canto do apartamento, que fica no icônico Edifício Oceania. O gigante art déco da década de 30, que marca a esquina da Avenida Oceânica, está povoado no imaginário daqueles que, como Marcelo, apreciam uma boa obra de arte. Foi lá que escolheu morar 20 anos atrás, quando o playboy e solteiro convicto Dr. Clóvis Ribeiro resolveu vender o apartamento. Do antigo morador restaram alguns itens mantidos pelo novo, como o lustre da sala principal. Da casa da mãe vieram outros tantos, como o bar, mesa de jantar setentistas e a cadeira de charme em jacarandá. Foram muitas paredes quebradas até o layout preservado até hoje, num tempo em que as pessoas não sabiam sequer pronunciar ‘loft’. Era ‘soft’ aquele estilo de viver tão fora dos padrões da cidade, inédito para aqueles tempos. Em 185m2, Marcelo manteve apenas 2 das suítes, arranjo perfeito para seu ‘lifestyle’, que na época era ‘estilo de vida’.

        Os 6 anos de estudo em Design Gráfico, na Inglaterra, foram fundamentais para a visão da humanidade que Marcelo tem. De lá, onde conheceu o companheiro, ganhou o mundo e foi parar em Nova York, onde sua arte  alcançou todos os lugares. Hoje vive entre a França e os EUA, alternando com o Brasil, 4 meses do ano em cada um desses lugares. A casa de campo em Bordeaux, seu endereço francês, é prática e sem empregados. Apenas um jardineiro auxilia o casal nas tarefas mais pesadas. A rotina de garimpo é intensa, levando tecidos suzani, seu achado no Uzbequistão, para as fábricas em Saigon, no Vietnã, para produzir suas peças mais famosas, os puffs. Do Vietnã, Marcelo guarda o jeito dócil, tranquilo e o cuidado no produzir. Em Nova York seus olhos brilham, sobretudo quando diz do respeito à sua arte, já quando ganhou seu visto de habilidade extraordinária, o direito de permanência no país.
Apaixonado por Picasso, Marcelo fez da sua casa um pouso leve, arejado e, mesmo assim, cheio de sua personalidade, e abrigou gente como Júlia Roberts, Calvin Klein e Caetano Veloso. Suas memórias remontam a um tempo em que a Bahia era outra, como faz questão de frisar. Era a Bahia anarquista, com uma Barra – seu lugar – cheio de identidade, clima boêmio, com bistrôs e comércio de rua pungente, vivo e diverso. E bem diferente do que se vê hoje. “Era como um balneário de luxo”, lembra triste. “Vivemos uma Barra sem lei de estilo, isso precisa ser revertido. O mar e o sol daqui continuam deslumbrantes”, pondera. Também esclarece que a situação atual não é apenas culpa da administração local, mas também da população, que precisa rever a cultura de shopping, que tomou o lugar na vida das pessoas. “Os baianos são diferentes de tudo, precisam explorar essa identidade tão forte. Nós misturamos Dior com figas de candomblé e fitas do Bonfim”, finaliza.

         Em sua casa, Marcelo coleciona tudo que é bom e bonito. São arandelas (as mais bacanas), cabeças africanas de Mali, tecidos, castiçais, e tudo mais que houver. As poltronas, originais dos anos 70, vieram do antigo Banco Econômico da Cidade Baixa, descobertos durante uma Casa Cor que aconteceu lá perto. São mobiliário corporativo clássico, os eternos clássicos que Marcelo gosta de dizer que as pessoas não valorizavam. A escultura em pedra veio de uma escavação em Maragojipe, descoberta do irmão, que trabalhava com terraplanagem. O cacto, que ele ganhou da amiga Ângela Góes, arquiteta morta no ano passado, tem lugar de destaque, dentro do vaso vietnamita, presente de outra querida amiga, Biga Suarez. Não usa cortinas em casa, gosta de passar o maior tempo possível na luz, como se não fosse ele mesmo uma luz.
Nessa tarde de terça chuvosa, quando Marcelo nos recebeu, já estava programando seu retorno aos EUA para o final desse mês, quando deve retomar sua maratona de feiras de produtos até janeiro. Vai também matar a saudade de Glória Vitória, sua schnauzer, o único filho que escolheu ter nessa vida.
   Fotos: Alô Alô Bahia. Siga o insta @sitealoalobahia

Matéria relacionada: Alô Alô Bahia Entrega: a casa cheia de bossa do arquiteto Adriano Mascarenhas


30 Ago 2017

"Embarcaria em outro casamento sem medo", diz Luiza Brunet

Luiza Brunet é exemplo de beleza e elegância. Mas ela também é uma referência de mulher de coragem. Em julho de 2016, a atriz veio a público denunciar o ex-marido, Lírio Albino Parisotto, de 63 anos, por violência doméstica. Em junho passado, o empresário foi condenado a um ano de detenção em regime aberto.

Em bate-papo com a Revista Quem, a atriz e empresária falou sobre casamento e sobre a repercussão do caso disse que está fazendo trabalhos voluntários em prol das mulheres que sofrem com a agressão masculina e conta que não tem medo de se casar novamente. Confira a entrevista feita por Giulianna Campos.

Depois de tudo o que aconteceu, o que mudou na sua vida? O que ficou de bom?
Primeiro, você tem que ter muita coragem e assumir tudo o que vem junto, ainda mais no começo. Mas acho que agora, com a condenação dele -- que foi agradável para mim -- eu fui uma influência muito positiva para o Brasil. Porque nós somos o 5º país do mundo que mais tem mulheres agredidas. De todas as formas, porque agressão não é só física, é mental, é psicológico, patrimonial... Poder fazer com que as pessoas pensem mais antes de fazer isso, foi um papel importante. Eu trabalho há 8 anos com o Instituto Avon para violência doméstica e câncer de mama. E isso só veio reforçar ainda mais minha imagem perante a escolha que eu fiz agora, de trabalhar com projetos voluntários para essa questão da violência contra a mulher.

As pessoas te param na rua para parabenizar sua coragem?
Sim, as mulheres e os homens me param. Por incrível que pareça, ainda existem homens com essa consciência, de que tratar a mulher como objeto, espancar e agredir é uma aberração. Acho que estou fazendo meu papel de cidadã e de mulher. Acho que é o papel de todas nós. É muito importante ter essa consciência, saber o poder que nós temos e fazer a denúncia. A denúncia é um momento só nosso, uma decisão só nossa, mas quando tomamos, temos que ir em frente.

Tem medo de se relacionar novamente? Ficou algum trauma?
De jeito nenhum. Sou super casadoira, gosto de ter relacionamentos sérios, de ter casamentos, já é o terceiro pelo que passo. Provavelmente virão outros. Mas, neste momento, estou vivendo esse drama e seguindo a minha vida. Se aparecer alguém interessante, eu embarcaria em outro casamento com certeza, sem medo! O que acontece com mulheres que já foram agredidas é que elas ficam mais espertas. Porque os sinais são dados o tempo inteiro, a gente é que não percebe. Ou percebe, mas perdoa, acha que nada vai acontecer, aí vai dando a segunda chance, terceira... e vai se enrolando cada vez mais. Acho que depois disso, no primeiro sintoma (de que o cara é agressivo), a mulher fica mais esperta e não deixa que algo mais grave aconteça.

Então você está solteira, plena?
Estou solteira, superplena, superfeliz, continuo minha vida, trabalhando, fazendo minhas coisas e me dedicando a projetos filantrópicos.

E como o homem ter que ser para ficar com você?
Precisa ser bacana, responsável, um homem sério como eu. Sou sou uma mulher séria que gosta de relacionamento sério e de respeito. Não é tão difícil, vai?!

Foto: Manu Scarpa/BrazilNews/Divulgação. Siga o insta @sitealoalobahia.